O plástico do bem

postado em: 27 mar 2019
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É certo que o mundo passa por grandes transformações em relação ao clima e, consequentemente, isto tem afetado de forma direta a forma como os indivíduos interagem com o meio ambiente. Diante de estatísticas que apontam que o futuro será de catástrofes climáticas que vão dizimar lugarejos e ilhas no pacífico, extinção de barreiras de corais, de espécies marinhas e terrestres e de “possíveis” guerras pela posse de água, o homem tenta se adequar aos novos tempos.

Uma das principais correntes de mudança pelo mundo diz respeito ao comportamento humano em relação ao consumo, principalmente do plástico. No Brasil e no mundo pipocam leis banindo o uso exagerado de material plástico e estimulando o consumo de produtos reciclados. Será mesmo que o plástico é o grande vilão desta história?

Dados apresentados pela Abrelpe (Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais), Abiplast (Associação Brasileira da Indústria do Plástico) e Abief (Associação Brasileira da Indústria de Embalagens Plásticas Flexíveis), vide anexo para download, revelam que o consumo de sacolas e sacos plásticos para lixo representam apenas 2,0 milésimos dos resíduos gerados no Brasil e que a substituição dos plásticos por outros materiais (vidro, papel, metal), aumentariam a emissão de CO2, o uso de recursos naturais e energéticos, os custos ambientais anuais em 5,1% do PIB mundial, impactando diretamente os preços da maioria dos produtos no mundo. Ou seja, o plástico ainda é uma das melhores opções para a indústria, nenhum outro material consegue ter a transparência e a elasticidade que ele possui.

Como o plástico integra toda a cadeia produtiva no mundo, da medicina ao lazer, e se torna peça importante na engrenagem econômica, especialistas discutem não o seu “extermínio” e sim alternativas limpas de produção, o descarte correto e a reciclagem do material. E o ponto crucial deste processo é a educação em relação ao consumo e produção conscientes em todo o mundo, além da cobrança de adoção (e concretização) de políticas fortes por parte dos governos sobre o uso, manuseio, produção e descarte dos produtos plásticos. Fazer valer a política dos 3Rs (Reduzir, Reutilizar e Reciclar) talvez seja uma das alternativas sobre o consumo do plástico no mundo. Para muitos, o processo de RECICLAGEM é uma das etapas da economia circular porque os consumidores deixam de conceituar os resíduos como lixo e passam a tratá-los como matéria-prima para fabricação de outros produtos ou para a geração de energia.

Dentro deste panorama, a Hiperroll Embalagens caminha para otimizar o seu papel. Por ser signatária e integrar o Acordo Setorial de Embalagens da PNRS (assinado em 2015 entre associações e o Ministério do Meio Ambiente), a empresa investe em campanhas educativas, estreitamento de parcerias com profissionais ligados à coleta seletiva e instalação de Ecopontos para prosseguir com suas ações em relação ao trabalho de reciclagem das sacolas plásticas.

O documento em anexo, escrito por Jaime Lorandi e intitulado “A solução do plástico”, resume de forma simples o papel do plástico no mundo atual e o caminho para conviver, de forma sustentável, com o produto.

Faça o download.

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